terça-feira, 30 de agosto de 2016

APP localiza cores de esmaltes baratos que substituem os importados

App 'Beleza de Farmácia' tem 50 comparações diferentes de esmaltes de marcas famosas como Chanel, YSL e Dior a marcas nacionais.

As mulheres que cuidam das unhas e não perdem um lançamento de cores das grifes famosas já podem comemorar - e economizar! Agora, vai ser possível encontrar cores similares nacionais as de marcas importadas com a ajuda do aplicativo "Beleza de Farmácia", que chega ao iOS e Android nesta sexta, 5. Se apaixonou por um lançamento de esmalte da Chanel que custa R$160? É só entrar no aplicativo que ele logo vai te dar, por exemplo, a opção de uma cor da linha da Colorama que custa R$ 3,50.


Lançado a partir do blog Beleza de Farmácia, o aplicativo homônimo promove a escolha inteligente de esmaltes similares aos de marcas como Chanel, Dior, Tom Ford, Christian Loubotin, Yves Saint Laurent. Ao todo, são mais de 50 esmaltes comparados com marcas nacionais e populares, facilmente encontradas em farmácias.

A ideia do aplicativo surgiu da publicitária e entusiasta da beleza, Maytê Carvalho - idealizadora do blog Beleza de Farmácia – em sociedade com o empreendedor serial Dennis Schwartz. “Ninguém precisa gastar uma fortuna para ficar bonita. Vivemos em um tempo de crise em que a busca pela economia nunca foi tão latente: relação custo-benefício e praticidade estão na ponta da língua. Não só da classe C, mas também das classes A e B, que buscam cada vez mais por escolhas inteligentes”, afirma Maytê. “Nós começaremos com esmaltes, mas até o final do ano catalogaremos batons, sombras e todo portfolio de maquiagem das marcas de prestígio e de massa”.



Aplicativo dá dicas de esmaltes similares  (Foto: Reprodução/Divulgação)
Aplicativo dá dicas de esmaltes similares (Foto: Reprodução/Divulgação)
Fonte: http://ego.globo.com

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Nike escolhe modelo plus size para nova campanha :)


A Nike acaba de dar um importante passo para a aceitação de mulheres curvilíneas em mais um segmento da moda. Há alguns dias a marca de sportwear surpreendeu seguidores no Instagram ao publicar fotos da modelo plus size Paloma Elsesser e da instrutora de ioga, Claire Fountain, para divulgar peças de uma nova coleção.

Com a novidade, a Nike que sempre elegeu modelos magras como suas garotas-propaganda, finalmente se deu conta de que a beleza não pode ser padronizada em um único tipo físico – nem mesmo no mundo esportivo. Além disso, a escolha de mulheres plus size para representar uma grife fitness ajuda a expandir a mensagem de que mulheres de todos os tamanhos podem – e devem – praticar atividades físicas.

A modelo Paloma Elsesser


“As pessoas ainda estão atreladas à ideia de que a imagem da saúde só pode ser representada por uma mulher magra. No entanto, como cada pessoa é diferente, assim também são os corpos. Não podemos classificar o que parece ser saudável”, disse Paloma em entrevista recente.

A resposta do público às fotos das novas garotas-propaganda da marca foi imediata e positiva. “Finalmente! Um top esportivo para todas as mulheres,” e “Uma verdadeira deusa bonita, poderosa e digna da marca Nike,” são apenas dois das centenas de comentários que inundaram a rede social da marca.

Fonte: http://www.olhardireto.com.br

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Bullying pelos próprios pais :(

Crianças chamadas de “gordinhas” pelos pais ganham mais peso

Mesmo quando os filhos estão com o peso normal, a percepção dos pais pode levá-los a engordar mais que as outras crianças.
Uma criança com sobrepeso dificilmente esquece como é ser gordinha, mesmo depois que se torna adulta. O estigma da obesidade já é sentido desde essa fase e cria um ciclo vicioso - com medo de ser julgada ou maltratada pelos colegas, a criança gorda passa a evitar atividades físicas em geral, o que coloca sua saúde em risco.
As tentativas de proteger o corpo e a mente dos mais cheinhos têm piorado a situação. A aposta de escolas nos EUA e no Reino Unido tem sido medir a altura e o peso da criança e informar os pais caso exista sobrepeso. Isso porque eles acreditam que os pais não percebem quando o peso do filho está acima do normal e não estabelecem uma alimentação regrada em casa.
Pesquisadores dos dois países testaram essa hipótese com 3.500 crianças de 4 anos. Ela estava metade certa: 80% dos pais de crianças acima do peso achavam que o Índice de Massa Corporal dos filhos estava normal. Mas outros 20% tinham plena noção de que os filhos estavam gordinhos e isso não foi de muita ajuda.
Imagem; edmontonjournal
O estudo acompanhou as crianças dos 4 aos 13 anos. Os participantes considerados gordos pelos pais ganharam mais peso nessa fase do que aqueles considerados normais. Segundo os autores, a relação era tiro e queda: todas as vezes que fizeram as medições ao longo desses nove anos, a percepção dos pais quanto ao corpo dos filhos previa um ganho de peso.
A associação não tinha nada a ver com o corpo dos participantes em si, os cientistas garantem. Isso porque alguns pais achavam que seus filhos estavam com sobrepeso quando seu IMC era totalmente normal. Ao longo dos anos, essas crianças também apresentaram ganho de peso, igualzinho àquelas que estavam realmente gordinhas.

Se o ganho de peso não é uma questão de tipo físico, os autores acreditam que as causas sejam psicológicas. Passar pelo estigma da obesidade durante essa fase de desenvolvimento, vendo o estereotipo negativo de ser gordo espalhado pela mídia, é um dos fatores de risco para desenvolver compulsões alimentares. A comida vira uma forma de consolo e a criança gordinha vira o adolescente obeso. Em vez de se traduzir em uma mudança positiva de hábitos, a percepção dos pais do sobrepeso dos filhos se torna uma profecia autorrealização.
Fonte: super.abril.com.br

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Levi's tamanho plus size

Conhecida por ser democrática desde sua primeira criação, a Levi's acaba de lançar a coleção Big&Tall, com calças feitas especialmente para homens e mulheres que usam manequins plus size. A novidade foi estudada e testada durante um ano até que ficasse pronta para ser vendida em todas as lojas da grife no mundo.

Para as mulheres, foram feitas modelagens de duas linhas de jeans: o 311 Skinny e o 315 Bootcut, que vestem até o manequim 52. Os modelos foram pensados para realçar o corpo feminino, e o novo shape ajuda a suavizar a silhueta do abdômen, levantar o bumbum e alongar as pernas.




"Um dos maiores orgulhos da Levi’s é ser uma marca inclusiva e livre de preconceitos. Essa sempre foi a vontade de Levi Strauss e seu desejo de ver qualquer pessoa usando seus jeans mantem-se vivo até hoje”, contou Marina Kadooka, gerente de marketing da Levi’s Brasil.

Os homens não ficaram de fora da novidade. A versão masculina dos novos tamanhos tem a clássica 501 e o jeans 505 em tamanhos que variam entre o 52 e o 70.
Criada pelo mascate Levi Strauss e do alfaiate Jacob Davis, em 1873, no momento em que a exploração de minas despontava nos Estados Unidos, e os trabalhadores precisavam de calças resistentes a estas condições, a 501 completou 143 anos este ano. Para comemorar, a Levi's lançou uma primeira série de documentários que celebra a influência do primeiro jeans da marca na cultura popular mundo afora.


Fonte: http://oglobo.globo.com/

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Síndrome do Choque Tóxico, o que é isso?!


SÍNDROME DO CHOQUE TÓXICO

É provável que já tenhas ouvido falar da Síndrome do Choque Tóxico. Neste artigo, encontrarás toda a informação necessária para conheceres melhor esta doença: o que é e quais são as suas causas, quem pode tê-la, quais são os seus sintomas e como diminuir o risco de contraí-la.

O que é a Síndrome do Choque Tóxico?
A Síndrome do Choque Tóxico (SCT) é uma doença muito pouco frequente, ainda que grave, que pode vir a ser mortal, causada por toxinas produzidas pela bactériaStraphylococcus aureus. No entanto, embora os casos de SCT sejam muito raros - a grande maioria dos profissionais de saúde não se deparam com nenhum ao longo de toda a sua carreira profissional -é importante conhecer esta doença para se poder atuar em caso necessário. A SCT pode ser diagnosticada e tratada com êxito; um reconhecimento e um tratamento precoce dos sintomas são fundamentais.

A doença da Síndrome do Choque Tóxico recebeu esta designação e foi descrita pela primeira vez em 1978 pelo Dr. James Todd, baseando-se no estudo dos casos clínicos de 7 crianças. Casos idênticos já tinham sido documentados e descritos na literatura médica muito anteriormente, inclusive muito antes da introdução dos produtos industriais de higiene íntima. A SCT pode atingir homens, mulheres e crianças. Embora os primeiros casos da síndrome de choque tóxico descritos afetassem principalmente mulheres que usavam tampões durante o período, hoje em dia menos de metade dos casos estão associados a esse hábito. Esta síndrome também pode ocorrer com infeções cutâneas, queimaduras e após uma cirurgia. A doença também pode afetar crianças, mulheres na pós-menopausa e homens.
O que é que provoca a Síndrome do Choque Tóxico?

A SCT é causada por toxinas produzidas pela bactéria Staphylococcus aureus. Esta bactéria é um microorganismo que, como muitas outras bactérias, se encontra no corpo das pessoas saudáveis de forma natural, habitualmente na pele, nariz, axilas, virilhas e vagina. Na verdade, cerca de um terço da população tem esta bactéria no seu corpo sem que isso represente um problema de saúde.

A maioria das estirpes da bactéria Staphylococcus aureus não produzem toxinas que possam causar a SCT, e só determinadas estirpes desta bactéria é que as produzem. Além disso, a presença de uma estirpe bacteriana geradora destas toxinas, apesar de ser necessária para o desenvolvimento da SCT, não é suficiente. Na verdade, muitos estudos indicam que a colonização por parte destas bactérias é muito comum, enquanto que os casos da SCT são raros. Então, de que é que depende o desenvolvimento da SCT? Principalmente, da presença ou ausência de anticorpos contra estas toxinas no corpo de uma pessoa. A maioria das mulheres, embora nem todas, têm um nível de anticorpos suficientes que as protegem contra estas toxinas.

Quem é que pode ter a SCT?
A SCT pode manifestar-se tanto em mulheres como em homens e crianças. O desenvolvimento da SCT é muito mais provável em crianças e jovens do que em idosos, uma vez que a existência de anticorpos contra as toxinas que provocam aSCT depende, em parte, da idade.

Aproximadamente metade dos casos detetados ocorreram como resultado de infeções causadas por uma queimadura, picada de inseto ou intervenção cirúrgica. A outra metade foi detetada em mulheres menstruadas, aquilo que se designa por SCT menstrual, estando associada ao uso de tampões.

É importante saber que a Síndrome do Choque Tóxico não é uma doença contagiosa.
Que relação existe entre a SCT e o uso de tampões?

Diversos fatores intervêm no desenvolvimento da SCT e o uso de tampões é um deles. No entanto, as causas exatas da relação entre o uso de tampões e o desenvolvimento da SCT ainda não são claras. Mesmo assim, as investigações mostram que o risco de SCT menstrual relacionado com os tampões está associado à absorção: quanto maior o grau de absorção do tampão, maior o risco de contração da doença e vice-versa. Este é o motivo pelo qual deves usar sempre o menor grau de absorção adequado às tuas necessidades de fluxo menstrual.

Não existem evidências que comprovem que o material utilizado atualmente para fabricar tampões aumenta ou favorece a produção de toxinas que causam a SCT. Também não ficou provado que os tampões são portadores da bactéria Staphylococcu saureus ou favorecem o seu crescimento na vagina.

De que forma se pode diminuir o risco de sofrer da SCT menstrual?
Podes diminuir o risco de contração da SCT menstrual adquirindo bons hábitos no uso de tampões:


Muda o teu tampão regularmente, ao fim de cada 4-8 horas. Nunca uses um tampão durante mais de 8 horas.


Usa sempre o menor grau de absorção adequado ao teu fluxo menstrual.


Certifica-te sempre de que retiras o tampão antes de colocares outro novo.


Não te esqueças de retirar o teu último tampão no fim da menstruação.


Os tampões foram concebidos para absorverem unicamente fluxo menstrual. Não uses um tampão como método de proteção antes da vinda da menstruação ou para absorver fluxo vaginal não-menstrual.


É aconselhável usar pensos higiénicos, em vez de tampões, pelo menos uma vez por dia durante o teu período, idealmente durante a noite. Se queres usar tampões durante a noite, deves assegurar-te de que colocas um tampão novo ao deitar e de que o retiras imediatamente ao levantar. Nunca uses um tampão durante a noite se dormires mais de 8 horas.

Os fabricantes de tampões oferecem informação sobre a SCT e o uso correto dos tampões no folheto de instruções que acompanha os seus produtos. Esta informação é regularmente atualizada, pelo que é importante ler atentamente o folheto e guardá-lo para futuras consultas.
Como escolher o grau de absorção de tampão adequado?

Quando usares tampões, é importante escolher o menor grau de absorção adequado ao teu fluxo menstrual. Uma vez que a quantidade de fluxo varia ao longo do período menstrual, é muito provável que necessites de diferentes graus de absorção para os diferentes dias de período.

Selecionar a absorção adequada de um tampão requer alguma experiência, mas a título de orientação, se precisares de mudar o tampão antes de passarem 4 horas, deverias experimentar um grau de absorção maior. Por outro lado, se, quando retirares o tampão, sentires dor ou ainda restar fibra branca, quer dizer que necessitas de um tampão com menor grau de absorção.

Lembra-te: não uses tampões durante mais de 8 horas.

Quais são os sintomas da SCT?
Os sintomas da SCT são idênticos aos de uma constipação, mas evoluem rapidamente para uma doença grave de consequências que podem vir a ser fatais. Os principais indicadores que alertam para uma possível SCT são:


Febre alta de início súbito (habitualmente, 39Cº ou mais)

Confusão

Convulsões

Vómitos

Diarreia

Tonturas
Tensão arterial baixa

Falha hepática e renal

Irritações cutâneas idênticas a queimaduras solares

Dores musculares

Dores de garganta

Desmaios ou sensação de desmaio ao levantares-te


Em estados avançados da doença, a pele pode descamar (ocorre 1-2 semanas após a irritação cutânea, e, sobretudo, nas plantas das mãos e dos pés)

Qualquer um destes sintomas pode ser indicador da SCT. É possível que não se manifestem todos os sintomas, mas, geralmente, aparece mais do que um. A SCT menstrual pode manifestar-se em qualquer momento durante a menstruação ou pouco depois.

Dado que a SCT é uma doença pouco comum, existe pouca informação relacionada com as possíveis consequências a longo prazo que possam surgir após a recuperação. Quando o diagnóstico e o tratamento são adequados, a maioria das pessoas recuperam completamente. Tal como acontece noutras doenças graves, podem dar-sealterações na pele, no cabelo e nas unhas, mas estas rapidamente voltam à normalidade. Poucas pessoas sofrem um enfraquecimento muscular e problemas psicológicos, como dificuldade de concentração, perdas de memória ou alterações emocionais. A fertilidade e a possibilidade de gravidez parecem não ser afetadas em mulheres que tenham tido a doença, mas deve sempre informar-se o médico caso se tenha tido a SCT, para fazer o seguimento adequado.

O que devo fazer se detetar estes sintomas?
Se tiveres algum destes sintomas e estiveres a usar um tampão, deves retirá-lo imediatamente e usar um penso higiénico. Contacta o teu médico e comunica-lhe que tens vindo a usar tampões e que te preocupa o facto de poderes ter a SCT. É importante descartar a possibilidade de sofreres da SCT o mais breve possível ou, em caso necessário, aplicar o tratamento adequado o quanto antes.

É possível ter a SCT mais do que uma vez?
Por teres tido a SCT uma vez não significa que não a possas contrair novamente. A SCT pode reaparecer, e, na verdade, uma das principais razões pelas quais alguém sofre da SCT é a sua incapacidade de produzir um nível suficiente de anticorpos. Se uma mulher teve a SCT em ocasiões anteriores, deve consultar o seu médico antes de voltar a usar tampões.

Qual é o tratamento para a SCT?
Após um diagnóstico precoce, a SCT pode ser tratada de forma eficaz comrehidratação, antibióticos e outros medicamentos adequados, dependendo dos sintomas.

Se a SCT for diagnosticada a tempo e se for seguido o tratamento adequado, existe uma alta probabilidade de recuperação com êxito. Na verdade, são poucos os casos em que a doença resultou em consequências fatais.



Artigo elaborado pelo Comité Médico de Saúde da Mulher Dexeus - Fundação Dexeus Saúde da Mulher.

Absorvente interno 100% algodão natural

Me interessei bastante pelo produto, a marca é conhecida ( Séc Natural), tanto que pedi uma amostra para testar.
No final do post coloco o link para pedirem um amostra.
Quem já usa ou usou, por favor deixar comentário.

Primeiro absorvente interno 100% algodão natural do Brasil já está à venda.

Séc Natural - Crédito Vicky Furtado (7)_baixa
Séc Natural
O primeiro absorvente interno 100% algodão natural do Brasil já está nas prateleiras. Trazido pela empresa australiana Naturalena Brands, Séc Natural é o único produto desse tipo à disposição no mercado brasileiro a utilizar apenas algodão na sua manufatura. Ele não contém sintéticos, químicos, corantes ou fibras de madeira.

O produto oferece três opções diferentes de absorção (Regular, Super e Super Plus), com e sem aplicador. Por conter apenas algodão em sua composição (o material mais hipoalergênico do mundo), ele diminui drasticamente o surgimento de alergias e doenças. Testes em diversos laboratórios aprovados pelo FDA (U.S. Food and Drug Administration), uma das entidades mais respeitadas do mundo na área da saúde, comprovaram que o uso de Séc Natural reduz em até 12 vezes o risco da Síndrome do Choque Tóxico (SCT), doença que pode ser fatal.

O produto já é vendido nos Estados Unidos em mais de 6 mil pontos de venda. Por aqui, Séc Natural pode ser encontrado nas lojas Panvel, na região Sul, ou pelo site www.panvel.com. O valor sugerido para o modelo sem aplicador é R$ 6,99 e com aplicador R$ 10,90.


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Agência Americana aprova venda de novo emagrecedor


A FDA (agência que regula medicamentos nos EUA) aprovou uma nova droga para o tratamento da obesidade. 
Foto divulgação
Trata-se de uma nova formulação do Victoza (liraglutida), medicamento injetável lançado em 2011 para diabetes mas que já estava sendo usado para a perda de peso.

Esse foi o segundo tratamento contra a obesidade aprovado neste ano pela FDA em setembro, a agência deu seu aval ao Contrave, medicamento oral.

A droga será usada em dose menor que a do Victoza e foi aprovada para uso em pacientes com IMC (Índice de Massa Corpórea) de 30 kg/m² ou maior e com pelo menos uma doença relacionada à obesidade, como o diabetes.

O Saxenda diminui a velocidade com que a comida deixa o estômago, tem maior chance de ser coberto pelo governo em relação às drogas rivais devido à segurança já atestada ao Victoza.

Espera-se que o tratamento custe cerca de US$ 40 por dia, contra US$ 5 ou 6 das drogas rivais.

Fonte: folha.uol