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Foto ilustrativa |
O agressor é identificado no Facebook como Marcos Aurélio e as ofensas começaram em março. Nenhuma das vítimas conhece o homem que publica as agressões. As vítimas registraram ocorrência e a Polícia Civil do DF confirma que abriu investigação sobre o caso. A pena pode ser de até seis meses de prisão mais o pagamento de multa.
Em outro trecho de uma das ofensas publicada, o agressor escreveu: “a coisa mais feia que já vi, uma mulher cheia de banha, celulite, em volta de um espartilho de lona vermelha se achando”.
A auxiliar administrativo Polliana Marinho afirma que já tentou um diálogo com o agressor, mas as postagens ofensivas continuaram
— Ele não mede esforços para me agredir.
Outra vítima, a auxiliar operacional Kenia Gomes diz ter falado para o agressor que o acaso configura crime cibernético.
— Falei que o caso era de injúria e, mesmo assim, fui chamada de burra.
Gordofobia
No último mês, um policial militar do Distrito Federal surpreendeu internautas ao fazer uma postagem preconceituosa no Facebook. Ao comentar um protesto de modelos plus size contra a “gordofobia, o militar usou palavras ofensivas para se referir às mulheres.
Em um longo post, seguido de uma montagem pejorativa, que modifica uma fotografia divulgada por participantes do protesto, o policial, identificado como Roberto Sousa, diz que assistia a um telejornal quando viu a notícia de um protesto de modelos que sofreram discriminação em um hotel de Brasília. Ele ridiculariza ação e utiliza expressões como “criaturas bizarras”, “recalcadas”, “mal amadas” e “leitoas”.
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Fonte; R7
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